Mostrando postagens com marcador Carne. Mostrar todas as postagens

Mataboi realiza reuniões com credores e retoma abates

Nos dias 12, 13 e 14 de abril a Mataboi Alimentos S.A. realizou reuniões em todas as cidades onde possui unidades produtivas com os credores destas regiões.

As reuniões foram realizadas nas sedes dos sindicatos rurais de Araguari/MG e Rondonópolis/MT e na câmara municipal de Jussara/GO (próxima a unidade de Santa Fé/GO) e Três Lagoas/MS. Estiveram presentes nestas reuniões cerca de 800 credores, além de representantes de sindicatos rurais e associações de produtores.

O objetivo principal destas reuniões foi prestar esclarecimentos aos credores e sanar todas as suas dúvidas em relação a empresa, seus sócios e o processo de recuperação judicial. Foram apresentados os principais motivos que levaram a empresa a socorrer-se com um pedido de recuperação judicial, detalhando cronologicamente os fatos e eventos acontecidos.

Foram explicados também quais serão as próximas etapas da recuperação judicial, desde a habilitação ou impugnação de créditos, a entrega do plano de recuperação judicial e a assembleia geral de credores, onde os credores terão a opção de aprovar ou reprovar o plano que será apresentado.

Foi ressaltado também a necessidade da continuidade no fornecimento de animais para que a empresa consiga se recuperar e com isso pagar seus créditos. "Não haverá recuperação judicial da Mataboi se não houver animais para abate e por isso foram debatidas diversas alternativas para que os pecuaristas possam continuar fornecendo".

No dia 11/04 a empresa retomou os abates e a produção nas plantas de Araguari/MG) e Santa Fé de Goiás/GO.

Com estas reuniões, a Mataboi abriu um canal de dialogo com seus credores e utilizará brevemente o seu site, para disponibilizar todas as principais informações e andamentos do processo de recuperação, de forma a deixar o processo o mais transparente e causar o menor prejuízo possível a sua coletividade de credores.

Para mais informações acesse o site da empresa.

As informações são da Mataboi Alimentos S.A., resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Fonte:Site BeefPoint

Indicador sobe para R$ 95,78 e futuros fecham em alta

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 94,60/@, com variação negativa de R$ 0,02. O indicador a prazo teve alta de R$ 0,12, sendo cotado a R$ 95,78/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

 

A BM&FBovespa fechou em alta. O primeiro vencimento, outubro/10, fechou a R$ 94,90/@ e teve valorização de R$ 1,42. Os contratos que vencem em novembro/10 apresentaram variação positiva de R$ 1,20, fechando a R$ 95,35/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 06/10/10

 
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10


 
No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,40, o dianteiro a R$ 4,90 e a ponta de agulha a R$ 4,70. O equivalente físico foi calculado em R$ 91,11/@ e o spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 3,49/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

 

O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 720,95/cabeça, com leve retração de R$ 1,00. A relação de troca está em 1:2,17.

Manoel Torres Filho, de Tupi Paulista/SP, comentou que na sua região o mercado de reposição continua a passos lentos. "Acredito que o motivo dessa parada está ligado à condição das pastagens que apesar das chuvas ainda não se recuperaram, mas conforme for melhorando a procura pela reposição deve melhorar", completa informando que o bezerro está sendo negociado a R$ 700,00.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

André Camargo, Equipe BeefPoint

FRANGO/CEPEA: Valor do resfriado é o maior do ano

Publicado em: 10/09/2010 12h00

Cepea, 10 – Os preços na cadeia do frango continuam subindo no Centro-Sul do País, influenciados pela demanda, de acordo com pesquisas do Cepea. Na quinta-feira, 9, em Pará de Minas (MG), o preço do frango inteiro resfriado foi de R$ 2,76/kg – o maior em 12 meses – dados do Cepea. Atacadistas têm aproveitado o baixo preço da carne de frango, em relação ao das concorrentes, para aumentar a negociação do produto. Quanto ao frango vivo, após a segunda semana consecutiva de alta nos preços das carnes, os valores do vivo também começaram a reagir. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

SUÍNOS/CEPEA: Vivo e carne registram maior valor desde final de 2008

Publicado em: 03/09/2010 12h00

Cepea, 3 – Em agosto, os preços do vivo e também os da carne em São Paulo alcançaram os maiores patamares desde o final de 2008, segundo dados do Cepea. Entre 30 de julho e 31 de agosto, as maiores altas do vivo foram observadas nas regiões de Erechim (20%), Rondonópolis (19%) e de Chapecó (18%). Em São Paulo e em Belo Horizonte, o aumento foi de 12% e 8%, respectivamente. Mesmo com a alta nos preços, o produtor precisa se manter atento aos custos de produção, visto que os valores dos insumos também aumentaram no período. Em algumas regiões, conforme dados do Cepea, as altas foram até maiores que as do suíno vivo. No acumulado de agosto, o milho valorizou 18% em Cascavel, 13% em Chapecó e 14% em Campinas (SP). No mesmo período, a cotação do farelo de soja subiu 7,5% no oeste do Paraná, 9,5% em Chapecó e 2,3% em Campinas. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

Analistas apostam em alta ainda maior nas cotações do boi gordo

Analistas projetam cotações ainda mais altas para o boi gordo até o final do ano - mesmo com a entrada do produto de confinamento, que aumenta a oferta de gado para abate. A indústria teme que a carne bovina perca espaço se a valorização continuar.



Alta do boi ajuda o mercado do frango no Brasil

As exportações em alta e o mercado interno aquecido impulsionam os negócios. Só nos quatro primeiros meses do ano, o consumo interno foi 21% maior do que no mesmo período do ano passado.

Projeto da Embrapa pode ajudar agricultores e pecuaristas a diversificar suas atividadades

A integração lavoura pecuária promete resolver um problemão que muitos criadores enfrentam nessa época do ano: a falta de comida pro gado.

SUÍNO/CEPEA: Menor oferta eleva preço do animal e da carne

Publicado em: 27/08/2010 12h00

Cepea, 27 – Os preços tanto da carne quanto do animal vivo seguem em alta no mercado brasileiro. Segundo agentes colaboradores do Cepea, o peso dos animais está baixo, o que tem sustentado as cotações do vivo e, conseqüentemente, da carne. Atacadistas consultados pelo Cepea comentam, no entanto, que consumidores já têm mostrado resistência na compra da carne nos atuais patamares de preços. Assim, na tentativa de frear o aumento nos custos de produção e manter os valores atrativos para os atacadistas/varejistas, alguns frigoríficos de São Paulo têm comprado maiores volumes de animais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde os preços são tradicionalmente mais competitivos. Outras unidades, por sua vez, diminuíram as escalas de abate. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

Mapa aguarda visita de técnicos norte americanos

A credibilidade dos produtos de origem animal brasileiros está em xeque nos Estados Unidos. O estopim do problema foi o excesso do vermífugo ivermectina contido na carne bovina enlatada exportada para aquele País, em 14 de maio. Por uma decisão do governo brasileiro, as vendas foram suspensas, mas agora quem quer comprovar se os níveis do produto estão dentro dos padrões são os americanos, que virão ao Brasil, a partir da próxima terça-feira, para constatar de perto se houve avanços. A situação já preocupa os empresários de áreas afins e foi usada por uma organização não-governamental (ONG) americana, a Food and Water Watch, como mote para pedir a retirada do Brasil da lista dos países com aprovação automática de exportação de produtos de carne.

Mais do que isso, a ONG aproveitou o embalo para pedir que o departamento de agricultura (USDA, na sigla em inglês) não considere mais Santa Catarina como Estado livre de febre aftosa sem vacinação, status que recebeu em 2007 da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A alegação foi a de que poderia haver uma eventual expansão das importações brasileiras de carne fresca depois do problema com a carne enlatada. "Esse episódio prejudicou a credibilidade do Brasil e poderemos ter problemas na aprovação das fábricas de suínos pelos americanos", considerou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto.

Atualmente, o Brasil não vende o produto para os Estados Unidos, mas a expectativa é a de que, a partir do próximo mês, o país abra seu mercado para a carne suína nacional. Para isso, americanos irão até a região Sul, onde se concentra a maior produção, para inspecionar as indústrias do setor. Camargo Neto explicou que, em termos de volume, não se aguarda uma grande venda para os EUA, que são grandes produtores. O interesse nesse novo mercado é o de deixar uma porta aberta para futuras comercializações. Os produtos que devem ter mais saída nos EUA são, de acordo com o presidente da Abipecs, costela e bacon, por conta dos preços competitivos dos produtos brasileiros.

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, assegurou que os exames realizados em novas peças de carne brasileira já foram feitos e apresentaram um padrão condizente com as exigências americanas. Ele evitou, no entanto, dar mais detalhes sobre o tema, alegando que o material será entregue à missão americana, composta por cinco agentes, quando chegarem ao Brasil. Jardim também não quis se pronunciar sobre o pedido feito pela ONG ao governo americano e, tampouco, traçou uma meta para o retorno das vendas para os Estados Unidos. "A visita da missão já está agendada e temos de esperar. Estamos fazendo nossa lição de casa."

As informações são da Agência Estado e do Diário de Cuiabá, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

BOI/CEPEA: Indicador ultrapassa R$ 91,00

Publicado em: 26/08/2010 12h00

Cepea, 26 – A redução de animais prontos para abate segue impulsionando as cotações da arroba e também da carne no mercado brasileiro, conforme pesquisas do Cepea. Na quarta-feira, 25, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa (SP – à vista) fechou em R$ 91,18, alta de 1,91% entre 18 e 25 de agosto. Em agosto, o aumento é de 6,05%. Pesquisadores do Cepea afirmam que as negociações a prazo ocorrem em menor proporção e que há mais negócios realizados à vista. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

EXCLUSIVO: Mercado do boi gordo deve se sustentar em alta até final do ano

Boi: frigoríficos contam com escoamento da carne pelo consumo para poder pagar mais pela arroba a fim de encontrar animais terminados para o abate. Negócios pontuais chegam a R$ 90,00 em São Paulo.

Escassez na oferta de bois no mercado preocupa os empresários do setor

A escassez na oferta de bois no mercado preocupa os empresários do setor. Diretores de frigoríficos e especialistas participam no interior de São Paulo da Expofrigo, feira de produtos e serviços da cadeia produtiva da carne. O evento termina nesta sexta, dia 20

Criadores de gado diminuem número de animais em confinamentos

A alta do preço do boi magro motivou a decisão. Em um ano, o boi magro teve uma valorização de 8% em MG. Em julho, o número de animais confinados caiu 9% em relação ao mesmo período do ano passado.

SUÍNO/CEPEA: Valorização do suíno garante relação de troca

Publicado em: 20/08/2010 12h00

Cepea, 20 – Pesquisas do Cepea apontam que a forte alta observada nos preços do suíno vivo tem compensado a valorização dos principais insumos da suinocultura – milho e farelo de soja. Nesse cenário, em agosto, o poder de compra de produtores aumentou em algumas praças consultadas pelo Cepea e se manteve estável em outras. Segundo dados do Cepea, as atuais cotações do milho são as maiores do ano em algumas praças, mesmo com estoque recorde no País. Para o farelo de soja, a procura pelo insumo está reagindo e deve se manter firme no curto e médio prazos. Assim, as cotações desse derivado seguem em alta. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

BOI/CEPEA: Carne valoriza no atacado paulista

Publicado em: 19/08/2010 12h00

Cepea, 19 – As cotações de carne estão em alta no atacado da Grande São Paulo, de acordo com pesquisas do Cepea. O impulso vem da baixa oferta de animais para abate, que tem reduzido o volume de carne disponível no mercado. Conforme dados do Cepea, os preços dos cortes estão subindo desde a última semana de julho. No acumulado de agosto, a média da carcaça casada do boi subiu 2,17%, fechando em R$ 5,66/kg na quarta-feira, 18. Agentes do atacado consultados pelo Cepea comentam, no entanto, que consumidores já têm mostrado resistência na compra da carne nesses preços. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

Ruminantes - Parâmetros e Exames - Fluidoterapia

Aqui você vai encontar os parâmetros para a avaliação do grau de desidratação em bovinos. Todo conteúdo na integra - download

BOI/CEPEA: Baixa oferta limita negócios

Publicado em: 12/08/2010 12h00

Cepea, 12 – O mercado interno de boi gordo segue com a liquidez bastante baixa, conforme pesquisas do Cepea. De modo geral, a negociação tem sido limitada pela baixa oferta de boi gordo e também pelo abate de animais comprados em confinamentos próprios e a termo. Nesse cenário, os valores e os prazos de pagamento estão bastante distintos, sendo definidos conforme a necessidade de compradores e vendedores. Entre 4 e 11 de agosto, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa subiu 1,5% e fechou a R$ 87,58 nessa quarta-feira, 11. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

Frigoríficos querem ajuda do governo para resolver endividamento

A indústria exportadora da carne pede ajuda ao governo federal para resolver o endividamento dos frigoríficos de pequeno e médio porte. Nesta quinta, dia 11, representantes do setor se reuniram com o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, em Brasília

EUA: empresa faz recall de carne contaminada com E.coli

A empresa Valley Meat Co., dos Estados Unidos, está recolhendo cerca de 1 milhão de libras (equivalente a 453,59 toneladas) de hambúrgueres de carne bovina moída congelados e outros produtos de carne moída que podem estar contaminados com a bactéria E.coli 0157:H7, informou o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) (FSIS/USDA, siglas em inglês).

A companhia, com sede em Modesto, Califórnia, produziu os produtos entre dois de outubro de 2009 e 12 de janeiro de 2010. Os produtos de carne moída foram vendidos ao varejo e fornecedores de foodservice na Califórnia, Texas, Oregon, Arizona e no exterior.

O FSIS ficou sabendo do problema em 15 de julho, quando a agência foi notificada pelo Departamento de Saúde Pública da Califórnia de um pequeno grupo de pessoas doentes por contaminação com a E.coli 0157:H7. Seis pacientes com a doença, iniciada entre 8 de abril e 18 de junho de 2010, foram reportados na ocasião, e o Departamento adicionou mais tarde outro paciente, levando o total para sete.

A reportagem é do MeatingPlace.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Seca castiga o gado na região de Corumbá (MS)

A falta de chuva está castigando as criações de gado na região de Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Mesmo quem tem silagem está preocupado. A seca chegou antes do previsto e deve faltar de alimento.

Página inicial Postagens mais antigas