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Reativação das postagens

Bom dia a todos,


Estou aqui para informar que vamos retomar o compromisso com as postagens, pois privamos pela presença do nosso público.


Atenciosamente,


Marcos Henrique Teixeira Júnior

Banco JBS: Joesley Batista espera crescimento

Mesmo com as medidas do governo para conter a oferta de crédito, a JBS ainda vê potencial para dobrar a carteira de ativos da instituição financeira resultante da fusão entre seu banco e o gaúcho Matone.

O negócio foi anunciado em março e criou uma instituição financeira com um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 600 milhões e ativos de R$ 2,5 bilhões.

Segundo o presidente do conselho de administração da JBS, Joesley Mendonça Batista, esse volume poderá crescer em mais R$ 2,5 bilhões, incluindo empréstimos à pecuária, foco do banco da JBS, e crédito consignado, que corresponde à principal atividade do Matone.

Até o fim do ano que vem, o grupo vê a viabilidade de expandir a carteira em aproximadamente R$ 2 bilhões, comentou Joesley, que também preside a J&F, holding que controla o frigorífico e desenvolve os negócios do grupo em outros segmentos.

De acordo com o executivo, o mercado de crédito ainda tem grande espaço para crescimento, dado o seu desenvolvimento baixo proporcionalmente ao tamanho da economia. Ele ainda comentou que o grupo não pensa em novas aquisições neste momento. "Não devemos fazer um movimento (de aquisição) neste ano, nem provavelmente no ano que vem".

O presidente do conselho da JBS também comentou que vê uma tendência de continuidade no aumento do preço da carne bovina em todo o mundo, na esteira de uma diminuição do rebanho. No entanto, ele evitou traçar projeções sobre a magnitude do avanço de preços.

A matéria é de Eduardo Laguna, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Mataboi realiza reuniões com credores e retoma abates

Nos dias 12, 13 e 14 de abril a Mataboi Alimentos S.A. realizou reuniões em todas as cidades onde possui unidades produtivas com os credores destas regiões.

As reuniões foram realizadas nas sedes dos sindicatos rurais de Araguari/MG e Rondonópolis/MT e na câmara municipal de Jussara/GO (próxima a unidade de Santa Fé/GO) e Três Lagoas/MS. Estiveram presentes nestas reuniões cerca de 800 credores, além de representantes de sindicatos rurais e associações de produtores.

O objetivo principal destas reuniões foi prestar esclarecimentos aos credores e sanar todas as suas dúvidas em relação a empresa, seus sócios e o processo de recuperação judicial. Foram apresentados os principais motivos que levaram a empresa a socorrer-se com um pedido de recuperação judicial, detalhando cronologicamente os fatos e eventos acontecidos.

Foram explicados também quais serão as próximas etapas da recuperação judicial, desde a habilitação ou impugnação de créditos, a entrega do plano de recuperação judicial e a assembleia geral de credores, onde os credores terão a opção de aprovar ou reprovar o plano que será apresentado.

Foi ressaltado também a necessidade da continuidade no fornecimento de animais para que a empresa consiga se recuperar e com isso pagar seus créditos. "Não haverá recuperação judicial da Mataboi se não houver animais para abate e por isso foram debatidas diversas alternativas para que os pecuaristas possam continuar fornecendo".

No dia 11/04 a empresa retomou os abates e a produção nas plantas de Araguari/MG) e Santa Fé de Goiás/GO.

Com estas reuniões, a Mataboi abriu um canal de dialogo com seus credores e utilizará brevemente o seu site, para disponibilizar todas as principais informações e andamentos do processo de recuperação, de forma a deixar o processo o mais transparente e causar o menor prejuízo possível a sua coletividade de credores.

Para mais informações acesse o site da empresa.

As informações são da Mataboi Alimentos S.A., resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Fonte:Site BeefPoint

Indicador sobe para R$ 95,78 e futuros fecham em alta

O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 94,60/@, com variação negativa de R$ 0,02. O indicador a prazo teve alta de R$ 0,12, sendo cotado a R$ 95,78/@.

Tabela 1. Principais indicadores, Esalq/BM&FBovespa, relação de troca, câmbio

 

A BM&FBovespa fechou em alta. O primeiro vencimento, outubro/10, fechou a R$ 94,90/@ e teve valorização de R$ 1,42. Os contratos que vencem em novembro/10 apresentaram variação positiva de R$ 1,20, fechando a R$ 95,35/@.

Tabela 2. Fechamento do mercado futuro em 06/10/10

 
Gráfico 1. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x contratos futuros para outubro/10


 
No atacado, o traseiro foi cotado a R$ 7,40, o dianteiro a R$ 4,90 e a ponta de agulha a R$ 4,70. O equivalente físico foi calculado em R$ 91,11/@ e o spread (diferença) entre indicador e equivalente recuou para R$ 3,49/@.

Gráfico 2. Indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista x equivalente físico

 

O indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 720,95/cabeça, com leve retração de R$ 1,00. A relação de troca está em 1:2,17.

Manoel Torres Filho, de Tupi Paulista/SP, comentou que na sua região o mercado de reposição continua a passos lentos. "Acredito que o motivo dessa parada está ligado à condição das pastagens que apesar das chuvas ainda não se recuperaram, mas conforme for melhorando a procura pela reposição deve melhorar", completa informando que o bezerro está sendo negociado a R$ 700,00.

Como está o mercado na sua região? Utilize o formulário para troca de informações sobre o mercado do boi gordo e reposição informando preços e o que está acontecendo no mercado de sua região.

André Camargo, Equipe BeefPoint

TRIGO/CEPEA: Queda externa pressiona cotação no Brasil

Publicado em: 06/10/2010 12h00

Cepea, 6 – As recentes quedas nos preços internacionais do trigo pressionaram as cotações do cereal em grão no mercado brasileiro, conforme indicam pesquisadores do Cepea. Vale ressaltar, no entanto, que os valores externos ainda estão em patamares acima da média histórica. A valorização do Real frente ao dólar também tem favorecido as importações do trigo, o que tem reduzido os negócios no mercado doméstico. Segundo pesquisadores do Cepea, essa baixa liquidez é observada mesmo com a colheita e o beneficiamento do trigo no País. Quanto aos preços, no segmento de lotes (negociações entre empresas), houve queda expressiva em todas as regiões pesquisadas pelo Cepea. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

FRANGO/CEPEA: Valor do resfriado é o maior do ano

Publicado em: 10/09/2010 12h00

Cepea, 10 – Os preços na cadeia do frango continuam subindo no Centro-Sul do País, influenciados pela demanda, de acordo com pesquisas do Cepea. Na quinta-feira, 9, em Pará de Minas (MG), o preço do frango inteiro resfriado foi de R$ 2,76/kg – o maior em 12 meses – dados do Cepea. Atacadistas têm aproveitado o baixo preço da carne de frango, em relação ao das concorrentes, para aumentar a negociação do produto. Quanto ao frango vivo, após a segunda semana consecutiva de alta nos preços das carnes, os valores do vivo também começaram a reagir. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

SUÍNOS/CEPEA: Vivo e carne registram maior valor desde final de 2008

Publicado em: 03/09/2010 12h00

Cepea, 3 – Em agosto, os preços do vivo e também os da carne em São Paulo alcançaram os maiores patamares desde o final de 2008, segundo dados do Cepea. Entre 30 de julho e 31 de agosto, as maiores altas do vivo foram observadas nas regiões de Erechim (20%), Rondonópolis (19%) e de Chapecó (18%). Em São Paulo e em Belo Horizonte, o aumento foi de 12% e 8%, respectivamente. Mesmo com a alta nos preços, o produtor precisa se manter atento aos custos de produção, visto que os valores dos insumos também aumentaram no período. Em algumas regiões, conforme dados do Cepea, as altas foram até maiores que as do suíno vivo. No acumulado de agosto, o milho valorizou 18% em Cascavel, 13% em Chapecó e 14% em Campinas (SP). No mesmo período, a cotação do farelo de soja subiu 7,5% no oeste do Paraná, 9,5% em Chapecó e 2,3% em Campinas. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

MILHO/CEPEA: Plantio inicia com preços em alta; clima preocupa

Publicado em: 31/08/2010 12h00

Cepea, 31 – O cultivo de milho inicia no Brasil em momento de preços firmes e de expectativa de continuidade deste cenário, de acordo com pesquisadores do Cepea. Entre 23 e 30 de agosto, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) subiu 4,65%, fechando a R$ 21,82/saca de 60 kg na segunda-feira, 30. Na parcial do mês (até o dia 30), a alta é de 11,45%. Segundo pesquisas do Cepea, os leilões governamentais têm contribuído para o escoamento do produto até regiões mais deficitárias, assim como para exportação. Ao mesmo tempo, a demanda interna segue aquecida, enquanto vendedores continuam retraídos, na aposta de novos reajustes. De modo geral, agentes consultados pelo Cepea estão preocupados com o impacto da estiagem sobre o desenvolvimento final das culturas de inverno e também sobre o plantio da safra de verão. No Rio Grande do Sul, por exemplo, as atividades de plantio começaram, mas ainda estão em ritmo bem mais lento que o observado no mesmo período de 2009. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

Analistas apostam em alta ainda maior nas cotações do boi gordo

Analistas projetam cotações ainda mais altas para o boi gordo até o final do ano - mesmo com a entrada do produto de confinamento, que aumenta a oferta de gado para abate. A indústria teme que a carne bovina perca espaço se a valorização continuar.



Alta do boi ajuda o mercado do frango no Brasil

As exportações em alta e o mercado interno aquecido impulsionam os negócios. Só nos quatro primeiros meses do ano, o consumo interno foi 21% maior do que no mesmo período do ano passado.

SUÍNO/CEPEA: Menor oferta eleva preço do animal e da carne

Publicado em: 27/08/2010 12h00

Cepea, 27 – Os preços tanto da carne quanto do animal vivo seguem em alta no mercado brasileiro. Segundo agentes colaboradores do Cepea, o peso dos animais está baixo, o que tem sustentado as cotações do vivo e, conseqüentemente, da carne. Atacadistas consultados pelo Cepea comentam, no entanto, que consumidores já têm mostrado resistência na compra da carne nos atuais patamares de preços. Assim, na tentativa de frear o aumento nos custos de produção e manter os valores atrativos para os atacadistas/varejistas, alguns frigoríficos de São Paulo têm comprado maiores volumes de animais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde os preços são tradicionalmente mais competitivos. Outras unidades, por sua vez, diminuíram as escalas de abate. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

Mapa aguarda visita de técnicos norte americanos

A credibilidade dos produtos de origem animal brasileiros está em xeque nos Estados Unidos. O estopim do problema foi o excesso do vermífugo ivermectina contido na carne bovina enlatada exportada para aquele País, em 14 de maio. Por uma decisão do governo brasileiro, as vendas foram suspensas, mas agora quem quer comprovar se os níveis do produto estão dentro dos padrões são os americanos, que virão ao Brasil, a partir da próxima terça-feira, para constatar de perto se houve avanços. A situação já preocupa os empresários de áreas afins e foi usada por uma organização não-governamental (ONG) americana, a Food and Water Watch, como mote para pedir a retirada do Brasil da lista dos países com aprovação automática de exportação de produtos de carne.

Mais do que isso, a ONG aproveitou o embalo para pedir que o departamento de agricultura (USDA, na sigla em inglês) não considere mais Santa Catarina como Estado livre de febre aftosa sem vacinação, status que recebeu em 2007 da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A alegação foi a de que poderia haver uma eventual expansão das importações brasileiras de carne fresca depois do problema com a carne enlatada. "Esse episódio prejudicou a credibilidade do Brasil e poderemos ter problemas na aprovação das fábricas de suínos pelos americanos", considerou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto.

Atualmente, o Brasil não vende o produto para os Estados Unidos, mas a expectativa é a de que, a partir do próximo mês, o país abra seu mercado para a carne suína nacional. Para isso, americanos irão até a região Sul, onde se concentra a maior produção, para inspecionar as indústrias do setor. Camargo Neto explicou que, em termos de volume, não se aguarda uma grande venda para os EUA, que são grandes produtores. O interesse nesse novo mercado é o de deixar uma porta aberta para futuras comercializações. Os produtos que devem ter mais saída nos EUA são, de acordo com o presidente da Abipecs, costela e bacon, por conta dos preços competitivos dos produtos brasileiros.

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, assegurou que os exames realizados em novas peças de carne brasileira já foram feitos e apresentaram um padrão condizente com as exigências americanas. Ele evitou, no entanto, dar mais detalhes sobre o tema, alegando que o material será entregue à missão americana, composta por cinco agentes, quando chegarem ao Brasil. Jardim também não quis se pronunciar sobre o pedido feito pela ONG ao governo americano e, tampouco, traçou uma meta para o retorno das vendas para os Estados Unidos. "A visita da missão já está agendada e temos de esperar. Estamos fazendo nossa lição de casa."

As informações são da Agência Estado e do Diário de Cuiabá, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

SOJA/CEPEA: Preços perdem força no Brasil

Publicado em: 30/08/2010 12h00

Cepea, 30 – As cotações da soja no mercado doméstico perderam a força nos últimos sete dias, conforme dados do Cepea. Entre 20 e 27 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) caiu 0,63% e fechou a R$ 41,26/saca de 60 kg na sexta-feira, 27. Para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto posto armazém de Paranaguá), a baixa foi de 0,2%, passando para R$ 43,84/sc de 60 kg na sexta. Agentes consultados pelo Cepea afirmam que se trata de um ajuste em relação ao aumento anterior, quando os preços no Brasil se descolaram dos internacionais. De acordo com pesquisadores do Cepea, no entanto, o movimento de baixa pode ser uma situação pontual, por conta dos baixos estoques do produto. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

BOI/CEPEA: Indicador ultrapassa R$ 91,00

Publicado em: 26/08/2010 12h00

Cepea, 26 – A redução de animais prontos para abate segue impulsionando as cotações da arroba e também da carne no mercado brasileiro, conforme pesquisas do Cepea. Na quarta-feira, 25, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa (SP – à vista) fechou em R$ 91,18, alta de 1,91% entre 18 e 25 de agosto. Em agosto, o aumento é de 6,05%. Pesquisadores do Cepea afirmam que as negociações a prazo ocorrem em menor proporção e que há mais negócios realizados à vista. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

TRIGO/CEPEA: Cotações domésticas começam a reagir

Publicado em: 25/08/2010 12h00

Cepea, 25 – Os preços do trigo e derivados começaram a subir nos últimos dias no mercado brasileiro, conforme pesquisas do Cepea. A reação ocorreu mesmo com os números apontando para oferta abundante no Brasil e com o início da colheita no Paraná. De acordo com o Cepea, o impulso vem do aumento da demanda pelo trigo brasileiro e pela maior retração vendedora. Por um lado, produtores aguardam preços mais altos por conta da redução da disponibilidade mundial do produto, e por outro, compradores antecipam parte dos negócios, com receio de que os valores internos subam em direção à paridade com os externos. Quanto às farinhas, colaboradores do Cepea comentam que a demanda pelo produto aumentou de forma significativa na semana passada. Boa parte das cooperativas voltou a indicar preços de trigo em grão, devido à movimentação no mercado externo e à maior demanda por derivados. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

MILHO/CEPEA: Movimento de alta surpreende agentes

Publicado em: 24/08/2010 12h00

Cepea, 24 – Dados do Cepea apontam que os preços do milho têm subido com força no mercado brasileiro, movimento observado desde a segunda quinzena de julho. Entre 16 e 23 de agosto, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) subiu 2,86% e fechou a R$ 20,85/sc de 60 kg na segunda-feira. De modo geral, nem mesmo agentes consultados pelo Cepea esperavam esse cenário. Muitos acreditavam em queda nos preços, fundamentados nos estoques elevados e na boa produção de safrinha. O impulso vem das altas expressivas nas paridades de exportação e de importação nas últimas semanas, que foram favorecidas pelos maiores valores internacionais. O aumento na cotação externa, por sua vez, foi influenciado pela valorização do trigo. Além disso, a demanda no Brasil está mais firme, mesmo que para pequenas quantidades. Diante desse cenário, vendedores se retraíram, à espera de novas altas. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

EXCLUSIVO: Mercado do boi gordo deve se sustentar em alta até final do ano

Boi: frigoríficos contam com escoamento da carne pelo consumo para poder pagar mais pela arroba a fim de encontrar animais terminados para o abate. Negócios pontuais chegam a R$ 90,00 em São Paulo.

Setor de leite quer fiscalização maior do governo nas importações dos EUA

Produtores brasileiros vão pedir ao governo uma fiscalização maior nas importações de leite em pó e soro dos Estados Unidos. A alegação é que a prática está prejudicando o setor. O assunto foi discutido durante a 10ª edição do Simpósio Internacional sobre Produção Competitiva de Leite que acontece em Uberlândia, Minas Gerais

A criação de mulas e burros para venda

As últimas etapas do manejo de jumentos e éguas em uma fazenda que cria mulas e burros para vender.

Escassez na oferta de bois no mercado preocupa os empresários do setor

A escassez na oferta de bois no mercado preocupa os empresários do setor. Diretores de frigoríficos e especialistas participam no interior de São Paulo da Expofrigo, feira de produtos e serviços da cadeia produtiva da carne. O evento termina nesta sexta, dia 20

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