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EXCLUSIVO: Mercado do boi gordo deve se sustentar em alta até final do ano

Boi: frigoríficos contam com escoamento da carne pelo consumo para poder pagar mais pela arroba a fim de encontrar animais terminados para o abate. Negócios pontuais chegam a R$ 90,00 em São Paulo.

EUA: empresa faz recall de carne contaminada com E.coli

A empresa Valley Meat Co., dos Estados Unidos, está recolhendo cerca de 1 milhão de libras (equivalente a 453,59 toneladas) de hambúrgueres de carne bovina moída congelados e outros produtos de carne moída que podem estar contaminados com a bactéria E.coli 0157:H7, informou o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) (FSIS/USDA, siglas em inglês).

A companhia, com sede em Modesto, Califórnia, produziu os produtos entre dois de outubro de 2009 e 12 de janeiro de 2010. Os produtos de carne moída foram vendidos ao varejo e fornecedores de foodservice na Califórnia, Texas, Oregon, Arizona e no exterior.

O FSIS ficou sabendo do problema em 15 de julho, quando a agência foi notificada pelo Departamento de Saúde Pública da Califórnia de um pequeno grupo de pessoas doentes por contaminação com a E.coli 0157:H7. Seis pacientes com a doença, iniciada entre 8 de abril e 18 de junho de 2010, foram reportados na ocasião, e o Departamento adicionou mais tarde outro paciente, levando o total para sete.

A reportagem é do MeatingPlace.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Boi gordo sustenta alta, diz Caio Junqueira

Segundo o analista de mercado Caio Junqueira, os preços do boi gordo estão sendo negociados em alta devido à falta de boi para o abate. Segundo ele, essas altas devem permanecer

EUA: número de animais confinados cai em 4%

O número de bovinos em estabelecimentos de engorda com capacidade de 1.000 cabeças ou mais nos Estados Unidos totalizou 10,8 milhões de cabeças em 1 de abril, ou seja, 4% a menos que em 1 de abril de 2009, de acordo com o Serviço Nacional de Estatísticas Agrícolas (NASS, da sigla em inglês) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). O estoque total incluiu 6,71 milhões de novilhos, 4% a menos que no ano anterior. Esse grupo representa 62% do estoque total. O número de novilhas foi de 4,02 milhões de cabeças, 3% a menos que em 2009.

As colocações em estabelecimentos de engorda durante o mês de março totalizaram 1,86 milhão, 3% a mais que em 2009. As colocações líquidas foram de 1,8 milhão de cabeças. Durante março, as colocações de bovinos e novilhos pesando menos de 600 libras (272,15 quilos) foram de 395.000 cabeças; de animais pesando de 600-699 libras (272,15 a 317 quilos) foram de 375.000 cabeças; de animais pesando de 700-799 libras (317,5 a 362,42 quilos) foram de 602.000 cabeças; e de 800 libras (362,87 quilos) ou mais foram de 485.000 cabeças.

As comercializações de gado gordo durante março totalizaram 1,90 milhão, 4% a mais que em 2009. Outras saídas totalizaram 60.000 durante março, 20% a mais que em 2009.

Os dados são do site http://usda.mannlib.cornell.edu/, traduzidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Consumo de carne bovina permanece firme no Japão

O Japão consumiu 64.802 toneladas de carne bovina (equivalente sem osso) em fevereiro de 2010, somente 404 toneladas a menos do que no mesmo mês do ano anterior e 7% a mais do que a média dos últimos cinco anos.

Os dados de consumo, fornecidos pela Corporação de Indústrias de Pecuária e Agricultura do Japão, são estimados com base no resultado das entradas de carne (importações e produção doméstica) menos os estoques restantes no final do mês.

As importações de carne bovina pelo Japão foram de somente 85% dos níveis de 2009, mas o consumo de carne bovina importada se manteve relativamente firme - apenas 2% a menos que no ano anterior, para 37.682 toneladas -, o que resultou em uma queda nos estoques de carne importada no mercado, para 60.353 toneladas (13% a menos que no ano anterior).

O consumo de carne bovina doméstica também se manteve estável, em 27.120 toneladas (1% a mais que em 2009).

A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Vans da JBS: você já viu?

Na semana passada publicamos uma notícia sobre as vendas diretas de carne bovina promovida pela JBS, com o uso de vans. Segundo a notícia, a iniciativa já enfrenta forte resistência de donos de açougues e aqui no BeefPoint recebemos diversos comentários a respeito, alguns contra a nova modalidade de comercialização de carne no varejo e outros parabenizando tal projeto.

Qual a sua opinião sobre o assunto?
 
Gabriel de Toledo nos enviou as fotos abaixo tiradas em Cáceres/MT.


Fonte: BeefPoint




NZ: exportação de carne bovina recua 4% em março

As exportações de carne bovina e de vitelo da Nova Zelândia caíram em 4% com relação ao ano anterior em março, para 39.729 toneladas, apesar da forte demanda, devido principalmente a questões relacionadas à oferta do produto, de acordo com dados do New Zealand Meat Board.

A demanda por produtos neozelandeses tem sido cada vez melhor em 2010, com a queda na produção da Austrália induzida pelas chuvas (onde as exportações em março caíram em 8%, para 81.521 toneladas), forçando os importadores a buscarem produtos de outros fornecedores. Entretanto, os maiores envios foram prejudicados pelas baixas ofertas de gado na Nova Zelândia, que levaram a uma queda de 17% na produção em fevereiro, com relação ao ano anterior, para 53.324 toneladas, segundo o Statistics New Zealand.

A menor produção na Nova Zelândia é consequência do menor número de matrizes em reprodução bem como pela reconstrução do rebanho apoiada pela melhora nas condições climáticas. Entretanto, o maior contribuinte para isso tem sido a redução no número de abates de bovinos após os altos índices registrados nos anos anteriores, com os abates caindo em 42% em fevereiro, para 43.278 cabeças.

Para a estação de 2009-10, o Meat and Wool New Zealand previu uma queda de 6,2% nos abates, para 2,19 milhões de cabeças, e uma queda de 4% na produção, para 566.657 toneladas.

As exportações de carne bovina e de vitelo da Nova Zelândia em março caíram em 8% para os Estados Unidos (78.240 toneladas), 12% para Taiwan (1.964 toneladas) e 44% para o Canadá (2.271 toneladas). Entretanto, os envios aumentaram em 15% para a Coreia (3.620 toneladas) e 41% para o Japão.

A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

BOI: Arroba valoriza mais que a carne

Publicado em: 08/04/2010 12h00

Frigoríficos consultados pelo Cepea têm se mostrado preocupados com o atual cenário que envolve as aquisições de animais para abate e a venda de carne, segundo pesquisas do Cepea. Agentes da indústria comentam haver forte dificuldade no preenchimento das escalas, mesmo ofertando preços maiores aos pecuaristas. Na venda da carne, por sua vez, frigoríficos têm conseguido repassar os aumentos, mas temem que a aceitação do consumidor esteja próxima do limite. Nesse cenário, entre 30 de março e 7 de abril, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa subiu 2,14%, fechando a R$ 83,21 na quarta-feira. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

EUA lançará nova campanha de promoção da carne bovina

A nova campanha publicitária dos Estados Unidos, feita pelo programa BeefCheckoff, que promove a carne bovina do país através da arrecadação de fundos pelos seus próprios pecuaristas, chamada "Profiles" (Perfis) tem o objetivo de focar a atenção dos consumidores em cortes específicos e comunicar que esses cortes têm um excelente sabor e são fontes magras de proteínas. A campanha continua usando o slogan "Beef. It's What's For Dinner" e deverá ser lançada em maio.

Ao criar o novo tema, o comitê de publicidade revisou e discutiu recentes pesquisas de mercado, novos conceitos de anúncios impressos e em rádio. A campanha "Profiles" reforça a paixão dos consumidores pelo excelente sabor da carne bovina, enquanto desperta suas opiniões sobre os benefícios da carne para o corpo.

Os norte-americanos têm uma paixão pela carne bovina, mas tradicionalmente voltam atrás na hora de escolher o produto devido a preocupações nutricionais. A campanha trabalha em como a experiência de consumo e benefícios para o corpo direcionam a seleção de proteínas pelos consumidores.

A reportagem é do site Beefboard.org, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

MT: Imea avalia valorização da arroba da vaca

A histórica diferença de preços entre o boi gordo e a vaca gorda, em Mato Grosso, sofreu drástica redução nos últimos anos. De acordo com estatísticas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a diferença, que era de 21% há quatro anos em favor do boi, despencou para 6%. Para o Imea, "em relação ao boi, a vaca gorda nunca esteve tão cara".

Em 2006, a arroba do boi era cotada a R$ 46,69 (preço médio de 2006) e, a da vaca, R$ 38,62. Atualmente, o boi custa R$ 70,62/@ (média de março) e, a vaca, R$ 66,50/@. Ou seja, nesse período a vaca gorda teve uma valorização bem maior (72,19%) em relação à cotação do boi, que avançou 51,25%.

"Desde o segundo trimestre de 2008 observamos uma alta significativa no preço da arroba, acompanhada por uma forte queda na taxa de abate de fêmeas, que passou dos valores acima de 45% entre os anos de 2004 e 2006 para valores abaixo de 38% a partir de 2008", diz relatório do Imea.

Os analistas afirmam que assim como mostra a taxa de abate de fêmeas, a diferença entre o preço médio do boi gordo e da vaca gorda é um forte indicador do ciclo da pecuária. "Enquanto o abate de fêmeas estava acima dos 45%, a diferença entre machos e fêmeas era de mais de 14% e após a alta dos preços de 2008, essa diferença caiu para menos de 9%".

Na avaliação dos pecuaristas, e valorização da vaca gorda se deve à maior procura por parte dos frigoríficos. Segundo o diretor executivo da Associação dos Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR/MT), Paulo Resende, a cotação da arroba da vaca gorda aumentou por conta de um maior interesse por este tipo de "mercadoria". Ele diz que, como o grande volume da carne é destinado ao mercado interno, é mais vantajoso comprar vaca. Com isso, a arroba sofre valorização natural no mercado, acompanhando a lei da oferta e da procura. "Acredito que a tendência é continuar como está, ou seja, os frigoríficos procurando mais vacas para abater".

Resende diz que para o produtor é bom, porém "deve-se tomar cuidado para que não ocorra um desequilíbrio e, no futuro, ele tenha falta de fêmeas em seu rebanho e consequentemente de bezerros".

A APR/MT estima que 75% dos abates realizados, em Mato Grosso, são destinados ao mercado interno e, 25% para exportação.

Na avaliação da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), o mercado da carne continua aquecido, com maior procura por vacas. "As escalas dos frigoríficos estão curtas, porém o pecuarista vem dando conta de atender à demanda", afirma o superintendente da entidade, Luciano Vacari. Ele diz que, historicamente, os produtores mato-grossenses sempre abateram mais bois do que vacas.

"Hoje o preço da vaca melhorou não porque o pecuarista está retendo boi e reduzindo a oferta, mas porque está vendendo de acordo com a necessidade dele". Do ponto de vista da oferta, Vacari acredita que nada vai mudar. "Esse equilíbrio deve permanecer até o final do ano, mas vai depender do confinamento e do cenário do mercado interno e externo. Se a demanda aumentar, o mercado vai ficar mais firme ainda".

A matéria é de Marcondes Maciel, publicada no Diário de Cuiabá, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Chile habilita mais 16 frigoríficos brasileiros

O governo do Chile liberou nesta quarta, dia 17, mais 16 frigoríficos brasileiros para exportar carne bovina in natura e congelada para o país. Em abril do ano passado, os chilenos já tinham liberado 18 unidades. Segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado, a meta agora é chegar a 42 plantas habilitadas.

O Chile proibiu os embarques de carne brasileira em 2005, quando focos de febre aftosa apareceram no Estado de Mato Grosso do Sul. Antes do embargo, 36 frigoríficos vendiam carne bovina in natura e congelada para o mercado chileno. O volume exportado em 2004 ultrapassou 104 mil toneladas.

A partir da notificação por parte dos técnicos do Chile, as exportações apresentaram quedas consecutivas. Em 2005, os embarques caíram quase pela metade, 66,5 mil toneladas. Em 2006, esse número foi para 5,3 mil toneladas. Em 2007 o número aumentou um pouco, para 6,4 mil toneladas. Em 2008 o Brasil registrou um dos piores desempenhos da história, com 2,5 mil toneladas exportadas para o Chile.

A recuperação começou a ocorrer a partir de abril de 2009 (5,3 mil toneladas), quando o governo chileno liberou 19 plantas frigoríficas do Brasil. Agora a Abiec espera primeiramente retomar os níveis pré-aftosa e depois seguir aumentando o volume de vendas.

As informações são do Canal Rural, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Preço pago ao produtor pela carne suína sobe até 11% em SP

Suinocultores paulistas estão recebendo até 11% a mais pelo produto. Depois de um ano e meio vendendo carne suína abaixo do custo de produção, muita gente reduziu o plantel ou até desistiu da atividade. A menor oferta tem contribuído para o aumento de preço. O cenário positivo deve continuar nos próximos meses. É o que espera o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Missão Europeia conclui que sistema de rastreabilidade bovina no Brasil é confiável

A Missão Europeia concluiu que o sistema de rastreabilidade bovina no Brasil é confiável. Os técnicos encerraram as atividades no país nessa segunda, dia 15, depois de fazer um balanço das vistorias. Em reunião fechada, em Brasília, os europeus também aprovaram as mudanças no Sisbov. Para o ministério da agricultura, o resultado não poderia ter sido melhor. Mas o governo federal avisa que as exigências do sistema de certificação sanitária continuarão rigorosas. A repórter Luciane Kohlmann conversou com o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Krétz

Cresce consumo de carne de ovinos e caprinos

O crescimento do consumo de carne de ovinos e caprinos está estimulando a produção no Brasil. Porém, especialistas dizem que é preciso mais investimento e profissionalização em toda a cadeia. Na Feinco, a maior feira do setor que está acontecendo em SP, a equipe do Canal Rural encontrou nesta terça, dia 9, um bom exemplo de como isso pode ser feito

Mapa vai aos EUA e Canadá debater comércio de carnes

Os secretários de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, e de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, integram, nesta semana, delegação de altos funcionários do governo brasileiro a Otawa (Canadá). Nestas quarta (10) e quinta-feiras (11), eles representarão o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gerardo Fontelles, em missão organizada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) para retribuir a visita de vice-ministros canadenses ao Brasil, em março de 2009. Naquele momento, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, recebeu a vice-ministra da Agricultura do Canadá, Yaprak Baltacioglu.

As autoridades do Brasil e Canadá tratarão de temas pendentes e de interesse mútuo no comércio agropecuário, como o andamento da análise de risco para febre aftosa em Santa Catarina, único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da doença sem vacinação. O governo brasileiro tem interesse em abrir o mercado canadense para exportação de carnes bovina e suína in natura.

"Como o processo de abertura de mercado em alguns países é extremamente lento, por questões burocráticas, essas conversas bilaterais são importantes para garantir que os assuntos de interesse do Brasil estejam sempre na agenda governamental", comentou Porto.

O comércio das carnes bovina e suína in natura também é tratado, nesta segunda-feira (8), pelos secretários brasileiros, com autoridades sanitárias do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em Washington. Célio Porto lembra que as negociações com os norte-americanos completam dez anos e, embora o processo tenha avançado, a liberação desse mercado ainda depende de uma consulta pública e da aprovação do parlamento norte- americano.

Em 2008, os Estados Unidos importaram do Canadá, Austrália e Nova Zelândia mais de 630 mil toneladas de carne bovina, num total de US$ 2,75 bilhões. Nesse mesmo ano, Austrália e Nova Zelândia também venderam a carne para o mercado canadense, que importou 218 mil toneladas, com receita de US$ 685 milhões.

Os norte-americanos compraram 238 mil toneladas de carne suína do Canadá e da Dinamarca, ao preço de US$ 761 milhões. Já o Canadá, que compra o produto dos Estados Unidos, em 2008, importou 127 mil toneladas por US$ 420 milhões.

As informações são do Mapa, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Analista financeiro comenta preço do boi gordo

O analista financeiro Caio Junqueira comenta as altas nos preços do boi gordo. Segundo Caio, o mercado está ganhando força

Mapa ainda não esclareceu quais são as irregularidades

O BeefPoint entrou em contato com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na tentativa de conseguir informações mais detalhadas sobre as irregularidades em partidas de carnes exportadas por um frigorífico (Arantes) à UE e assim esclarecer à toda a cadeia qual é a extensão do problema.

A equipe do Mapa nos enviou o comunicado abaixo, já publicado no BeefPoint no último dia 03 (clique aqui para acessá-lo), reiterando que essa é a posição do Ministério até o presente momento. Apesar do documento explicar as medidas que foram tomadas para controlar o problema, ele não detalha o que realmente está acontecendo nem qual é a gravidade da infração.

Nota à imprensa: ações do Mapa em relação à exportação irregular para União Europeia

Brasília (3.3.2010) - Auditoria de rotina realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nos estabelecimentos habilitados à exportar para a União Europeia detectou irregularidades em partidas de carnes exportadas por um frigorífico. Com isso, o Mapa adotou todas as medidas legais cabíveis em relação ao assunto, entre elas:

1. Suspendeu imediatamente a produção e certificação para exportação do estabelecimento envolvido, que foi autuado e deverá ser multado, no fim das apurações;

2. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa comunicou, imediatamente, o ocorrido às autoridades sanitárias da União Europeia (DG Sanco) e solicitou que fossem apreendidas as carnes exportadas pela empresa, que encontra-se sob investigação;

3. As autoridades sanitárias da União Europeia localizaram e apreenderam parte dos produtos exportados de forma irregular;

4. A SDA enviou uma equipe de técnicos do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) para efetuar perícia nas carnes apreendidas pelo serviço veterinário do governo italiano;

5. Integrantes da missão da União Europeia, que chegaram ao Brasil nessa segunda-feira (1º) para auditorias de rotina, reuniram-se com a direção do Dipoa para tratar do assunto. Foram apresentados os resultados parciais dos trabalhos e relatadas todas as ações já adotadas pelo Ministério da Agricultura, destacando-se que as investigações ainda não foram finalizadas.


Missão europeia inicia vistorias no Brasil

Uma missão europeia deu início a uma série de visitas pelo país nesta quinta, dia 4. O objetivo é fiscalizar o mercado brasileiro de carne bovina, principalmente aqueles frigoríficos que exportam para o bloco europeu. Nesta quinta, dia 4, os técnicos estiveram no interior paulista, conhecendo as instalações do frigorífico Minerva

BOI: Dianteiro valoriza em fevereiro

Publicado em: 04/03/2010 12h00

Os preços do corte dianteiro com osso negociado no mercado atacadista da Grande São Paulo subiram em fevereiro. Segundo pesquisas do Cepea, o impulso veio tanto da menor oferta quanto da maior demanda. Ainda conforme colaboradores do Cepea, no último mês, o interesse de importadores por dianteiro esteve maior que por cortes do traseiro, o que ajudou a diminuir o volume disponível aos compradores domésticos. Esses agentes, por sua vez, também demandaram mais cortes do dianteiro que do traseiro, especialmente após o carnaval. No atacado da Grande SP, o valor médio do dianteiro em fevereiro foi 5,6% superior ao de janeiro. Já para o traseiro, houve queda de 1%. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

Confinamento de gado ainda é rentável no Brasil

Apesar de pagarem caro pelo boi magro e os preços do boi gordo continuarem baixos, o confinamento de gado ainda é rentável no Brasil. É o que afirma a Associação Nacional dos Confinadores. A Assocon elaborou um índice mostrando que a perspectiva é boa para a atividade

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