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Banco JBS: Joesley Batista espera crescimento

Mesmo com as medidas do governo para conter a oferta de crédito, a JBS ainda vê potencial para dobrar a carteira de ativos da instituição financeira resultante da fusão entre seu banco e o gaúcho Matone.

O negócio foi anunciado em março e criou uma instituição financeira com um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 600 milhões e ativos de R$ 2,5 bilhões.

Segundo o presidente do conselho de administração da JBS, Joesley Mendonça Batista, esse volume poderá crescer em mais R$ 2,5 bilhões, incluindo empréstimos à pecuária, foco do banco da JBS, e crédito consignado, que corresponde à principal atividade do Matone.

Até o fim do ano que vem, o grupo vê a viabilidade de expandir a carteira em aproximadamente R$ 2 bilhões, comentou Joesley, que também preside a J&F, holding que controla o frigorífico e desenvolve os negócios do grupo em outros segmentos.

De acordo com o executivo, o mercado de crédito ainda tem grande espaço para crescimento, dado o seu desenvolvimento baixo proporcionalmente ao tamanho da economia. Ele ainda comentou que o grupo não pensa em novas aquisições neste momento. "Não devemos fazer um movimento (de aquisição) neste ano, nem provavelmente no ano que vem".

O presidente do conselho da JBS também comentou que vê uma tendência de continuidade no aumento do preço da carne bovina em todo o mundo, na esteira de uma diminuição do rebanho. No entanto, ele evitou traçar projeções sobre a magnitude do avanço de preços.

A matéria é de Eduardo Laguna, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Cade aprova arrendamento da Nestlé

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta (6), por unanimidade e sem restrições, a operação de arrendamento, pela Nestlé, da maior unidade da Parmalat Brasil, localizada em Carazinho-RS. O negócio, que não teve seu valor divulgado, foi anunciado no meio do ano passado e consiste na locação por 35 anos da planta gaúcha com a possibilidade de compra ao final do período.

A unidade de Carazinho produz leite longa vida, leites especiais, leite em pó, leite condensado e creme de leite. A capacidade de processamento da planta é de 1,6 milhão de litros de leite por dia. Além disso, também faz parte do negócio a aquisição de seis postos de recepção de leite da Parmalat em cidades localizadas na região sul do país.

Com a compra, a Nestlé será capaz de produzir leite de forma direta e independente pela primeira vez no Brasil. A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda recomendou a aprovação da operação sem restrições. No Cade, o processo esteve sob a relatoria do conselheiro Fernando Furlan.

De acordo com dados fornecidos pelas companhias à Seae, a concentração de mercado da Nestlé após a operação seria de 8,1%. Em volume processado, a concentração decorrente da operação em milhões de litros por dia seria de 8,7%. A participação da Nestlé seria de 4,2% no mercado de leite UHT, 26,2% no mercado de leite em pó, 15,2% no mercado de creme de leite e 30,6% no mercado de leite condensado. Pelo relatório de Furlan, fica em evidência que o único mercado em que a Nestlé teria participação expressiva seria no de leite condensado.

"Considerando a elevada capacidade ociosa das concorrentes no mercado de leite condensado, a Seae concluiu que o exercício de poder de mercado por parte da requerente é improvável", relatou Furlan.

As informações são da Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.


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Projeto da Embrapa pode ajudar agricultores e pecuaristas a diversificar suas atividadades

A integração lavoura pecuária promete resolver um problemão que muitos criadores enfrentam nessa época do ano: a falta de comida pro gado.

Mapa aguarda visita de técnicos norte americanos

A credibilidade dos produtos de origem animal brasileiros está em xeque nos Estados Unidos. O estopim do problema foi o excesso do vermífugo ivermectina contido na carne bovina enlatada exportada para aquele País, em 14 de maio. Por uma decisão do governo brasileiro, as vendas foram suspensas, mas agora quem quer comprovar se os níveis do produto estão dentro dos padrões são os americanos, que virão ao Brasil, a partir da próxima terça-feira, para constatar de perto se houve avanços. A situação já preocupa os empresários de áreas afins e foi usada por uma organização não-governamental (ONG) americana, a Food and Water Watch, como mote para pedir a retirada do Brasil da lista dos países com aprovação automática de exportação de produtos de carne.

Mais do que isso, a ONG aproveitou o embalo para pedir que o departamento de agricultura (USDA, na sigla em inglês) não considere mais Santa Catarina como Estado livre de febre aftosa sem vacinação, status que recebeu em 2007 da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A alegação foi a de que poderia haver uma eventual expansão das importações brasileiras de carne fresca depois do problema com a carne enlatada. "Esse episódio prejudicou a credibilidade do Brasil e poderemos ter problemas na aprovação das fábricas de suínos pelos americanos", considerou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto.

Atualmente, o Brasil não vende o produto para os Estados Unidos, mas a expectativa é a de que, a partir do próximo mês, o país abra seu mercado para a carne suína nacional. Para isso, americanos irão até a região Sul, onde se concentra a maior produção, para inspecionar as indústrias do setor. Camargo Neto explicou que, em termos de volume, não se aguarda uma grande venda para os EUA, que são grandes produtores. O interesse nesse novo mercado é o de deixar uma porta aberta para futuras comercializações. Os produtos que devem ter mais saída nos EUA são, de acordo com o presidente da Abipecs, costela e bacon, por conta dos preços competitivos dos produtos brasileiros.

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, assegurou que os exames realizados em novas peças de carne brasileira já foram feitos e apresentaram um padrão condizente com as exigências americanas. Ele evitou, no entanto, dar mais detalhes sobre o tema, alegando que o material será entregue à missão americana, composta por cinco agentes, quando chegarem ao Brasil. Jardim também não quis se pronunciar sobre o pedido feito pela ONG ao governo americano e, tampouco, traçou uma meta para o retorno das vendas para os Estados Unidos. "A visita da missão já está agendada e temos de esperar. Estamos fazendo nossa lição de casa."

As informações são da Agência Estado e do Diário de Cuiabá, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Propostas dos 3 principais candidatos a presidente para o agronegócio

O Notícias Agrícolas publicou as respostas dos três principais candidatos à presidência à alguns temas propostos pela ABAG. A íntegra do texto encontram-se nos links na sequência onde também podem ser vistos os vídeos com as respostas: Dilma, Serra e Marina.


Abaixo compilei os três textos em um texto único, colocando a ordem de respostas devido à ordem alfabética:

ELEIÇÕES: Veja as propostas dos Presidenciáveis para o Agronegócio Brasileiro


A Abag - Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e mais de 50 entidades ligadas ao segmento elaboraram um documento, com propostas e metas macro-estratégicas para o crescimento seguro e sustentável do agronegócio brasileiro. A meta é dobrar as exportações do agronegócio brasileiro, alcançando, em 2020, US$ 130 bilhões. No campo social, busca-se a inclusão de 800 mil pequenos produtores rurais ao mercado e a capacitação dos filhos de agricultores. Em termos de produção, pretende-se incorporar 15 milhões de hectares de áreas degradadas ao processo produtivo. São metas possíveis, mas que dependem do esforço do Governo para a solução dos entraves na infraestrutura e logística, desoneração tributária, garantia de renda ao produtor, entre outras medidas.


O documento foi entregue aos três principais candidatos à presidência - Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva, que participaram virtualmente (gravaram depoimentos em video), nesta segunda-feira, 9 de agosto, em São Paulo, do 9º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), respondendo a questões referentes aos seis pilares para o crescimento seguro e sustentável do agronegócio brasileiro. O evento foi promovido pela Abag - Associação Brasileira do Agronegócio.


Para Dilma, o agronegócio deve englobar segurança energética, segurança alimentar e segurança no meio ambiente.


Serra diz que o agronegócio é a galinha dos ovos de ouro do país e que o câmbio, a falta de um seguro rural e o sistema de crédito precisam de mais atenção dos governantes


Segundo Marina, para o desenvolvimento do agronegócio é preciso que sejam criadas novas bases e estratégias para problemas de infraestrutura, crédito e financiamento.

Garantia de renda para o agricultor


"O agronegócio engloba três agendas estratégicas para o Brasil e para o mundo: segurança energética, segurança alimentar e segurança no meio-ambiente", disse Dilma Rousseff.


José Serra afirmou que é necessário equacionar três questões para o desenvolvimento da renda do agricultor: o câmbio, a falta de um seguro rural, o sistema de crédito. "O agronegócio é a galinha dos ovos de ouro do desenvolvimento", completou.


Para Marina Silva, é preciso criar novas bases e estratégias para o desenvolvimento do agronegócio e resolver problemas ligados à infraestrutura, ao crédito e financiamento. "Eu sou a solução para o setor no século 21", afirmou.

Infraestrutura e logística


Dilma concordou que a infraestrutura é um dos principais gargalos do agronegócio brasileiro e por isso foi estabelecido o PAC I e PAC II. Segundo a candidata, entre 2007 e abril de 210 foram investidos R$ 460 bilhões em ferrovias, aeroportos, portos, hidrovias, rodovias, estaleiros e embarcações.


Serra enfatizou as más condições das estradas federais brasileiras e o alto custo logístico para escoar os produtos agrícolas, além de ressaltar que um caminho importante seria a competente parceria entre público e privado para melhorar as condições de infraestrutura no País.


Na visão de Marina, é necessária a elaboração de um plano para infraestrutura com diretrizes que orientem todas as ações relacionadas ao setor. "O PAC, apesar de sua importância, é um junção de obras, é um gerenciamento de obras", disse. "Não podemos perder essa guerra para nós mesmos", completou.

Comércio Exterior


Dilma afirmou que o Brasil possui um grande potencial de produção, boas tecnologias disponíveis e diversificação de produtos para exportação. "Estamos finalizando a criação de uma agência especializada em Comércio Exterior", explicou.


Para Serra, antes de pensar em exportações é preciso resolver o gargalo da infraestrutura porque o produtor é prejudicado por conta desse problema. "O preço dos produtos do setor vem crescendo 5% abaixo a inflação e apresentando um superávit de US$ 40-50 bilhões. Se não fosse o agronegócio, o Brasil estaria quebrado", afirmou.


Segundo Marina, é necessário desconstruir o argumento daqueles que querem incluir barreiras para impedir a entrada dos produtos brasileiros nos países. "Precisamos criar uma nova narrativa, passando no teste de economia sustentável e com isso ganharemos respeito internacional", disse.

Pesquisa, desenvolvimento e inovação


Dilma destacou a importância da Embrapa para o posicionamento do País como importante player no desenvolvimento tecnológico na área agrícola. "Pretendemos manter o apoio a Embrapa e, também, aos centros de pesquisa estaduais, universidades e iniciativa privada", disse.


De acordo com Serra, as parcerias com as empresas privadas deveriam ser multiplicadas no Brasil para a produção de uma agricultura verde que não afete o meio-ambiente. "Precisamos turbinar a pesquisa, desenvolvimento e inovação para que tenhamos mais exemplos positivos na área", disse.


Marina afirmou que o País precisa ter produtos de alto valor agregado e por isso é necessário ter investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Um exemplo citado pela candidata é o caso da soja plantada no cerrado.

Defesa agropecuária


Dilma disse que irá trabalhar para a modernização de redes públicas de laboratórios. "Precisamos gerar tecnologias e novas metodologias de controle de medidas sanitárias e fitossanitárias", afirmou.


Serra defendeu a criação de defensivos genéricos e de produtos transgênicos "verde e amarelo", ou seja, adaptados para a realidade e agricultura brasileira. "Precisamos proteger nosso agronegócio cuidando de nossas fronteiras e, até, ajudando a fazer o combate contra doenças nesses países para minimizar o risco de transmissão", completou.


Esse tema, segundo Marina, depende dos esforços governamentais e do setor. "O aporte e apoio são de responsabilidade do governo federal, estadual e municipal, já o desenvolvimento de produtos de qualidade depende do setor", afirmou. "Defesa Agropecuária está ligada a dois importantes assuntos: saúde e abertura de novos mercados", acrescentou.

Institucionalidade do poder público


De acordo com Dilma, integrar os ministérios não é a solução porque o agronegócio possui ações específicas e transversais. "O desafio é integrar as diferentes atividades cotidianas mesmo que não estejam em uma mesma pasta", afirmou.


Para Serra, existem duas questões fundamentais que o governo precisa reconhecer para trabalhá-las em conjunto. São elas: as diferentes formas de exploração agrícola e as distintas maneiras de produzir agricultura. "Se bem entendidas e trabalhadas, haverá aumento de eficiência e renda para o produtor", disse.


Marina afirmou que o foco não impede um trabalho integrado. "Precisamos criar mecanismos de integração, mantendo a especificidade de cada setor", explica

Fonte: Blog do Agronegócio

Cade não deve bloquear fusão entre Sadia e Perdigão

O Santander, que analisou nove decisões recentes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre negócios envolvendo alto nível de concentração de mercado e elevou sua recomendação para compra de ações da BRF Brasil Foods. Para o Santander, o mercado já descontou o cenário mais pessimista em relação a eventuais restrições do Cade ao negócio. Desde o dia 29 de junho, quando a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) recomendou que a BRF licencie as marcas Sadia ou Perdigão e aliene ativos a elas ligados ou venda as marcas de combate e marcas de margarinas, as ações da empresa recuaram 5,85%.

O tombo era ainda maior até o dia 12 de agosto, quando o Santander publicou o relatório. Nesse intervalo, o valor de mercado da BRF saiu de R$ 22,01 bilhões para R$ 19,93 bilhões. Ou seja, a empresa perdeu cerca de R$ 2 bilhões de seu valor na bolsa por conta da perspectiva de restrições pelo Cade.

Gabriel Vaz de Lima, analista do Santander, afirma não acreditar que o Cade recomendará o licenciamento das marcas Sadia e Perdigão. No cenário esperado pelo analista, a recomendação do Cade de que a BRF venda marcas de combate e seus ativos deve ser parcialmente seguida. "Em relação à marca Batavo, assumimos apenas a alienação dos ativos não lácteos", diz o relatório. Nos cálculos da instituição, a venda das marcas de combate teria um impacto de cerca de R$ 2 bilhões, 6% a 8% da receita esperada para a BRF em 2011.

Com base no estudo das nove decisões recentes, o Santander avalia que o Cade deve aprovar a operação no segundo trimestre de 2011. Os casos analisados foram a compra da Kolynos pela Colgate, a fusão da Brahma e Antarctica, a consolidação da Vale em mineração, a compra da Garoto pela Nestlé, a aquisição da Ripasa pela Suzano e VCP, a compra da Brasil Ferrovias e da Novoeste pela ALL e da Datasul pela Totvs. Além disso, também estudou a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil e da Medley pela Sanofi-Aventis.

O Santander não espera que o órgão antitruste siga necessariamente as recomendações da Seae/SDE, como ocorreu em cinco dos nove casos analisados. O estudo também mostrou que, historicamente, o Cade não bloqueia acordos. Entre 2008 e 2009, dos 1.116 casos analisados, só dois foram bloqueados, diz o relatório.

O banco considera ainda que a possibilidade de o órgão exigir o licenciamento das marcas Sadia e Perdigão é "extremamente baixa". Adotar essa restrição significaria bloquear o negócio. Outra conclusão é que a BRF também poderia recorrer a tribunais federais para concretizar o negócio. O relatório lembra que quando isso ocorreu, as empresas absorveram suas aquisições, dificultando ou impossibilitando a reversão do negócio.

Vaz de Lima afirma que, como em outros casos, a BRF tem condições de recuperar market share perdido em função da eventual venda de ativos . Isso ocorreria por meio da expansão da capacidade de unidades já existentes, como Lucas do Rio Verde (MT). Ele diz ainda acreditar que a empresa também pode lançar novas marcas de combate.

Outra conclusão do Santander é que, no caso da alienação de ativos da BRF, a Marfrig poderia ficar impedida de comprar alguns ativos, como as categorias de congelados e carnes. A razão é que tem fatia significativa do mercado (7,6% em 2009). Já a JBS ou empresas internacionais, que não têm participação importante nesse segmento, teriam uma chance maior de adquirir os ativos da Brasil Foods.

A recuperação das exportações de carne frango - item importante na receita da BRF - e a expectativa de forte geração de caixa e redução de alavancagem também explicam a decisão do Santander de recomendar a compra das ações da empresa. "Também acreditamos que entre 2011 e 2012, a BRF fará aquisições fora do Brasil, que agreguem valor", diz o analista.

A matéria é de Alda do Amaral Rocha, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.

Veterinários têm dificuldades em comprar e transportar medicamentos

Os veterinários brasileiros enfrentam dificuldades para comprar e até transportar medicamentos importantes no tratamento de animais. São substâncias controladas pela Anvisa, porque podem causar dependência em seres humanos

Frigoríficos querem ajuda do governo para resolver endividamento

A indústria exportadora da carne pede ajuda ao governo federal para resolver o endividamento dos frigoríficos de pequeno e médio porte. Nesta quinta, dia 11, representantes do setor se reuniram com o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, em Brasília

Virbac compra de linhas de produtos da Intervet

A multinacional veterinária francesa Virbac acertou a compra de seis linhas de produtos, sendo dois para suínos e quatro para bovinos, da americana Intervet/Schering-Plough. Em março deste ano, a Merial (controlada pela francesa Sanofi-Aventis) fundiu suas operações com a Intervet (controlada pela americana Merck), criando a maior indústria veterinária do mundo, com faturamento estimado em cerca de US$ 16,5 bilhões.

A negociação envolvendo duas vacinas para suínos, um anti-inflamatório, um antiparasitário, um hormônio e um antimicrobiano bovino é resultado das recomendações antitruste da fusão entre a Intervet e a Shering-Plough, em 2008.

De qualquer forma, o negócio representa mais um passo da consolidação da indústria veterinária mundial e brasileira. Além de Intervet e Merial, em janeiro a americana Pfizer assumiu o controle da concorrente farmacêutica Wyeth e levou para o seu portfólio os negócios veterinários da Fort Dodge. Além disso, no mês passado, a Phibro, com sede nos EUA, adquiriu a Abic Laboratórios, divisão veterinária da israelense Teva Pharmaceutical.

"Decidimos adquirir produtos para bovinos e suínos porque, no Brasil, esses dois segmentos representam aproximadamente 70% do mercado da indústria veterinária nacional. Além disso, o Brasil é o país que apresenta o maior potencial de crescimento no fornecimento de carnes, o que vai demandar também produtos veterinários", afirma Clóvis Bernardes de Souza Jr., diretor-geral da Virbac no Brasil.

No mundo, a Virbac teve receita de € 467 milhões em 2009. Desse total, as operações na América Latina representaram 6,5%. Na média do mercado veterinário mundial, o bloco latino-americano representa 12% das vendas.

"Estamos prospectando novas oportunidades de negócios, buscando produtos que sejam complementares às linhas que já temos, mas também estamos ansiosos para que as operações entre Intervet e Merial, bem como entre Pfizer e Fort Dodge, sejam concluídas. Acreditamos que a partir daí outras oportunidades para aquisição de produtos possam ser geradas", afirma Souza Jr.

A matéria é de Alexandre Inacio, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.

MAPA garante orçamento para a sanidade agropecuária

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento conseguiu garantir ontem (10) que o orçamento voltado para despesas com ações diretamente relacionadas à segurança da sanidade agropecuária ficará intocável a partir do próximo ano. Até agora, os recursos aprovados para esse fim poderiam ser contingenciados ao longo do tempo. Para este ano estavam previstos R$ 230 milhões para segurança da sanidade, mas R$ 113 milhões foram cortados. De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, a pasta da agricultura ainda não desistiu dessa verba, mas só poderá obtê-la após a eleição por causa da regra da Justiça Eleitoral.

A garantia para a agricultura ocorreu por meio de uma sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para o setor agrícola, também tiveram esse benefício despesas relativas ao Fundo de Mudanças Climáticas e relacionadas às ações de desenvolvimento científico e difusão de conhecimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "Isso é uma vitória para nós, pois era uma luta antiga na Agricultura", disse Jardim.

Os recursos para a sanidade agropecuária podem ser usados na prevenção e erradicação da aftosa, para controle de pragas e de portos e aeroportos do País, entre outros. O secretário salientou que a medida é importante porque há continuidade do trabalho planejado no início de cada ano. Para o próximo ano, Jardim espera um montante destinado a essa área próximo a R$ 200 milhões. A proposta foi apresentada pelo presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), deputado Waldemir Moka (PMDB-MS), acolhida pelo relator senador Tião Viana (PT-AC).

As informações são da Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

UE pressiona Índia para abrir mercado de lácteos

A Índia está sob intensa pressão para abrir seu mercado aos produtos lácteos, especialmente queijos, da União Europeia. Porém, a Índia tem defendido a ideia de que o leite e os queijos devem ser excluídos dos acordos de livre comércio que estão sendo negociados com a UE.

A Índia teme que a abertura de seu mercado acabe levando os pequenos produtores rurais a uma pobreza profunda. Entretanto, oficiais da UE defenderam seus esforços para obter a liberação dos mercados agrícolas da Índia em meio às queixas de ativistas, dizendo que a UE tem mostrado preocupação com a pobreza rural da Índia. Na Índia, o setor de lácteos assume importância crítica uma vez que fornece trabalho e renda aos agricultores que não possuem terras. Porém, os fabricantes de queijos europeus querem o fim da proteção aos produtores indianos.

Quando as negociações de livre comércio entre UE e Índia foram iniciadas em 2007, a Associação Europeia de Lácteos disse que as tarifas impostas pela Índia aos alimentos importados eram tão altas que não eram realistas. Porém, analistas acreditam que a remoção dessas tarifas faria com que os agricultores indianos não conseguissem resistir à competição.

Eles também disseram que a UE quer incluir os lácteos dentro do acordo com a Índia por causa da crise enfrentada pelos produtores de leite europeus. De acordo com o representante do Serviço Europeu de Pesquisa, Paul Goodison, a UE está querendo obter qualquer abertura de mercado em uma tentativa de compensar os problemas enfrentados pelos produtores de leite no mercado doméstico.

As informações são do Fnbnews.com, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.

Abcz elege novo presidente

O pecuarista Eduardo Biagi é o novo presidente da Abcz, a Associação Brasileira de Criadores de Zebu. Ele foi eleito em votação realizada segunda, dia 9, em Uberaba, no Triangulo Mineiro

Encontro com presidenciáveis na CNA dia 01/07/2010 ao vivo aqui

Agronegócio baiano busca parcerias na China

Desembarcou ontem em São Paulo o grupo de empresários e representantes do governo da Bahia que foi à China em uma missão comercial para fechar novas parcerias e tentar atrair investimentos para o Estado. Entre as áreas de interesse dos chineses e nas quais foram assinados protocolos de intenção estão as de energias renováveis, pesca, carne, grãos e algodão, além de frutas industrializadas, que seriam exportadas ao país asiático a partir do Vale do São Francisco.

Na sexta-feira é a vez de uma missão chinesa chegar à Bahia para participar de um evento para instalação de 12 câmaras setoriais. Os órgãos serão responsáveis pela elaboração do planejamento estratégico para a agropecuária baiana para os próximos 20 anos. A missão chinesa será liderada pela vice-governadora de Shandong, Wang Suilian.

Os maiores avanços obtidos pela missão baiana ocorreram nas áreas de pesca, carnes e algodão. Já está acertada a visita da maior trading chinesa de algodão à Bahia nos próximos meses, que tem um grande parque têxtil e está interessada em fechar parceria com produtores do oeste baiano. Outra comitiva formada por pesquisadores, empresários do setor de pesca e por representantes do governo chinês vem ao Estado para negociar um intercâmbio e investimentos em pesca oceânica, criação e beneficiamento de pescados.

Está agendada a visita de um grupo de empresários chineses interessados no setor de carnes. A ideia é que o grupo se reúna com pecuaristas do Estado no dia 27 de junho e, no dia seguinte, conheça o frigorífico Amargosa, instalado no município com mesmo nome, a 230 quilômetros de Salvador.

A matéria é de Alexandre Inacio, publicada no Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

PIB AGRO MG: Acelera a expansão do agronegócio mineiro

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MT: frigoríficos e MPF chegam a consenso sobre o TAC

Representantes do Ministério Público Federal e dos frigoríficos chegaram ontem, após mais um encontro, a um consenso sobre o texto final do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) pela pecuária sustentável. Segundo os procuradores Mário Lúcio de Avelar e Marcia Brandão Zollinger, a reunião finalizou uma importante etapa de negociação, mas a formalização do TAC depende da entrega do documento assinado pelos frigoríficos ao Ministério Público Federal até segunda-feira, dia 17 de maio.

Com o TAC, os frigoríficos se comprometem a adquirir bovinos somente de fornecedores que tenham aderido ao programa mato-grossense de regularização ambiental rural, MT Legal, mediante a apresentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) até o dia 13 de novembro de 2010.

O segmento industrial foi representado por executivos do JBS/Bertin e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

Segundo os procuradores, o trabalho de levantamento de informações sobre propriedades rurais que desrespeitam a legislação ambiental continua. Pecuaristas e frigoríficos que estiveram em negociação com o MPF e que se recusarem assinar o compromisso contra o desmatamento poderão ser réus em ações de indenização por danos ambientais, ter a propriedade embargada e ver suspensos os créditos de financiamento.

A partir da assinatura do TAC, os frigoríficos vão desfazer relações comerciais com todos os criadores de gado que pratiquem desmatamento ilegal, que não possuam licenciamento ambiental, que explorem mão-de-obra em condições de escravidão, que estejam localizadas em unidades de conservação, áreas indígenas ou quilombolas, que tenham registro de violência agrária ou que sejam áreas de desmatamento recente. A data para o início de tais exigências é 13 de novembro de 2010.

As informações são do Diário de Cuiabá, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Expozebu discute sustentabilidade

A sustentabilidade é o tema da Expozebu pelo terceiro ano consecutivo, mas esta edição é a que mais teve ações práticas que podem ajudar na preservação. Essas ações foram apresentadas nesta quinta, dia 6, ao grupo de trabalho para pecuária sustentável que pela primeira vez se reuniu em Uberaba

Pecuaristas querem o Brasil como maior exportador de leite do mundo

A Expozebu serve de termômetro para o mercado de genética na produção de carne e de leite. A feira se realiza na região berço das raças zebuínas e na maior bacia leiteira do país. O repórter Marcelo Lara conversa sobre o tema com o pecuarista João Machado Prata Jr.

CNA: estudo aponta erros no Censo Agropecuário 06

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou à sociedade brasileira informações equivocadas quando divulgou os resultados do Censo Agropecuário 2006, dividindo o campo entre pequenos e grandes produtores e criando a ilusão de que somente os agricultores familiares são responsáveis por alimentar a população brasileira. A denúncia foi feita, na última quarta-feira (05), pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, ao apresentar o estudo "Quem produz o que no campo: quanto e onde II".

"Temos pequenos, médios e grandes que abastecem a mesa do brasileiro e também exportam. Estamos perdendo tempo discutindo uma coisa que é menor, a divisão entre pequenos e grandes em dimensão de terra. Temos que discutir é quem tem renda ou não para viver com dignidade", alertou a senadora, em entrevista coletiva.

Os dados dessa nova publicação são resultado de um trabalho realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a partir dos mesmos microdados utilizados no Censo Agropecuário 2006 do IBGE. "A diferença é que essa nova análise foi realizada exclusivamente sob critérios técnicos, excluindo interpretações ideológicas e tendenciosas", alertou a senadora. O estudo da FGV corrigiu falhas, principalmente quanto a ampliar o grupo da agricultura familiar em detrimento da agricultura comercial, criando uma disputa que não leva o Brasil ao equilíbrio desejado. Segundo Kátia Abreu, o principal erro do Instituto foi não ter adotado a regulamentação da Lei 11.326, de 2006, feita pelo Banco Central, que define o conceito de agricultura familiar.

"O IBGE fez, a partir dos microdados coletados na base, uma leitura equivocada e tendenciosa do ponto de vista ideológico. Queriam dizer ao Brasil que a agricultura familiar sustenta o País e que a agricultura comercial traz apenas o mal e está voltada para as exportações. Isso não é verdade. Temos, no Brasil, pequenos, médios e grandes produtores que abastecem a mesa do brasileiro e também geram alimentos que são vendidos para outros países", disse a senadora Kátia Abreu, refutando a tentativa de manipulação da opinião pública brasileira.

A FGV apurou que o Brasil tem 3,3 milhões de produtores rurais "pronafianos", da "agricultura familiar". Esse grupo representa 64,4% do total de estabelecimentos rurais do País, mas gera apenas 22,9% do Valor Bruto de Produção da agropecuária. De outro lado, os produtores rurais que não são atendidos pelo Pronaf, usualmente são chamados de "agricultores comerciais", respondem por 76,3% da geração do produto bruto da agropecuária brasileira, embora respondam por 1,6 milhão de propriedades, ou seja, apenas 30,7% do total das propriedades rurais.

O estudo comprova que, ao contrário do que disse o IBGE, não é a agricultura familiar que alimenta o Brasil. Além disso, a FGV mostra que os produtores rurais de baixa renda, além de ter fraca produção, enfrentam dificuldades até mesmo para subsistir. "Mais de dois terços dos enquadráveis geram um Valor Bruto da Produção tão baixo que se questiona a possibilidade de algum instrumento voltado à produção vir a alterar significativamente o nível de renda deste segmento", indica o documento da FGV. Essa parcela de público sobrevive a partir da receita de outras fontes, o que justificaria caracterizá-la como 'residentes rurais', e deveria ser atendida por meio de políticas sociais e de combate à pobreza, alerta a FGV.

A participação dos produtores rurais atendidos pelo Pronaf é importante nas lavouras do fumo (74%); da mandioca (48,7%) e na horticultura (36,1%). De acordo com a análise realizada pela FGV, os produtores não enquadráveis no Pronaf apresentam participações importantes na produção de praticamente todos os produtos da lavoura: 99,5% no algodão; 95,4% na cana-de-açúcar; 92% na laranja; 84,4% na fruticultura; 80,1% na batata; 79,2% nos grãos; 77,5% no café e 61,9% na horticultura.

A análise da FGV aponta, de forma incisiva, os caminhos que devem ser adotados pelas políticas públicas destinadas aos agricultores familiares, para que se fortaleçam e sejam inseridos definitivamente na agricultura comercial. A publicação "Quem produz o que no campo: quanto e onde - II", com 190 páginas, está disponível para consulta na internet, clicando aqui.

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), também defendeu o fim da distinção entre agricultura empresarial e familiar. "Não é (nosso) objetivo causar conflito entre os dois tipos de agricultura. A ideia é caminhar no sentido de garantir renda para todos que estão no campo", completou. A senadora contestou as análises que apontam aumento na concentração de terras no Brasil e disse que se a riqueza de um Estado fosse contabiliza a partir do número de propriedade rurais o Maranhão seria um Estado rico. "Se divisão de terra significasse riqueza, o Maranhão seria um Estado rico. Os indicadores sociais do Maranhão seriam os melhores", completou.

As informações são da CNA e da Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

Setor discute impactos da exportação de boi vivo

"O crescimento das exportações de animais vivos demonstra que o sistema de defesa sanitária animal brasileiro alcançou a credibilidade necessária perante os compradores", afirmou o diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jamil de Souza, durante audiência pública sobre exportação de bovinos vivos. O debate foi na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (4).

Souza explicou que é papel do governo assegurar as garantias sanitárias para a exportação de animais vivos ou de produtos de origem animal. Ele destacou, ainda, que o Brasil evoluiu, na última década, no sentido de atender às exigências dos países importadores, o que resultou na abertura de mercado para os embarques de bovinos.

O País começou a exportar bovinos vivos em 2003. Até 2009, o setor cresceu 23.000%, conquistando a posição de quarto maior exportador mundial nesta categoria, atrás de Canadá, México e Austrália. Atualmente, a média de vendas internacionais já superou os 500 mil animais por ano, o que representa apenas 1,3% do total abatido no País.

Este crescimento tem incomodado ambientalistas, frigoríficos e curtumes. Um dos argumentos dos ambientalistas é de que o país poderia aumentar os lucros e gerar mais empregos se o abate fosse feito aqui, beneficiando também a indústria de alimentos e de couro.

O Brasil é o quarto maior exportador de bovinos vivos. A maior quantidade sai do Pará. O gado brasileiro percorre longas distâncias: 70% vão para a Venezuela e o restante chega a viajar até 21 dias de navio para o Líbano ou o Egito. A sociedade mundial de proteção animal reclama dos maus tratos.

Foram os representantes do governo que puseram um ponto final na discussão. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, tanto as vendas de carne congelada quanto as exportações de bovinos vivos estão crescendo. E uma atividade não prejudica a outra.

O Ministério da Agricultura publicou, em março, uma instrução normativa estabelecendo regras para esse tipo de transporte. Os animais devem estar descansados e alimentados antes do embarque. Além disso, o navio deve passar por uma inspeção e ter espaço adequado e ventilação.

Segundo a coordenadora de agronegócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Rita de Cássia Vieira, a venda de bovinos vivos para o exterior interfere pouco na estabilidade do mercado interno brasileiro de carne resfriada ou congelada.

Segundo ela, a atividade tem crescido de forma moderada e está concentrada basicamente no Pará, responsável por 96% das operações nacionais. "Não há desequilíbrio na cadeia produtiva. O ministério, porém, continuará monitorando o mercado. Se houver um aumento espetacular nos índices de exportação de gado em pé, aí sim poderemos pensar em medidas compensatórias para a indústria", afirmou.

O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) defendeu a venda de animais vivos no Pará como forma de fugir dos interesses dos frigoríficos locais. "Sem a exportação do boi em pé, os produtores rurais paraenses estariam quebrados, pois eles sofrem nas mãos de cartéis", disse.

Para o economista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Reinaldo Gonçalves, no entanto, é um erro o País investir na comercialização de bois em pé. "Trata-se de um lamentável exemplo de 'primatização' da pauta de exportação; de nos tornarmos meros fornecedores de matérias-primas", argumentou. O estudioso acrescentou que a prática conflita com as pretensões do Brasil de se tornar referência no comércio internacional.

Essa opinião foi compartilhada pelo representante da Associação Brasileira de Frigoríficos, Francisco Victer, que considerou o abate necessário "não só por questões econômicas, mas também como estratégia para agregar valor à nossa indústria".

André Skirmunt e Alexandre Mendonça de Barros - que palestraram ontem no Seminário Perspectivas para o Agribusiness 2010/2011, promovido pela BM&FBovespa - concordaram que a exportação de boi em pé não em grande efeito nas exportações de carne brasileiras quando analisado um ambiente mais "macro", mas pode causar pressões regionais.

As informações são da Agência Câmara, Mapa e Canal Rural, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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