Você sabe quanto leite produz uma vaca de alta produção em diferentes sistemas?
Quando se fala em vaca de alta produção via de regra se pensa em produções acima dos 10.000 kg de leite por lactação, mas na verdade vacas produzindo 4.500 kg também podem ser enquadradas nessa categoria. O que muda é o sistema de produção.
Para sistemas de confinamento, animais que atingem médias acima dos 10.000 kg de leite por lactação são considerados de alta produção. Já em sistemas intensivos de produção a pasto, nos quais os animais recebem suplementação concentrada no verão e alimentação no cocho durante o inverno, vacas que produzem mais de 6.500 kg de leite na lactação encaixam-se nessa categoria. Em sistemas em que o único alimento é o pasto, vacas excelentes produzem acima dos 4.500 kg na lactação.
E o que essas vacas de níveis de produção tão diferentes têm em comum? Todas estão "trabalhando" no limite. Produzir 4.500 kg de leite comendo só pasto é uma tarefa tão difícil quanto produzir 10.000 kg comendo silagem de milho e concentrado de alta densidade energética, de forma que os cuidados que devemos dar a essas duas vacas são exatamente os mesmos.
Quando se mantém as vacas trabalhando no limite não há "espaço" para erros na fazenda, e o manejo precisa ser muito cuidadoso, pois esses animais têm exigências fisiologias bastante elevadas. Para atender a essas exigências é necessário dar às vacas alimentação especial, conforto e cuidar muito bem da sua saúde, a fim de evitar a ocorrência de distúrbios metabólicos e doenças, bem como problemas nos cascos e úbere, pois todos esses fatores interferem decisivamente no desempenho produtivo.
No curso Vacas de Alta Produção: estratégias de alimentação e manejo, que iniciará no dia 22 de janeiro, todos esses aspectos fundamentais do manejo desses animais serão discutidos a fim de que técnicos e produtores possam ter mais subsídios para trabalhar bem com essas verdadeiras usinas de leite.
Os alunos aprenderão a reconhecer as características mais importantes das vacas altamente produtivas e entenderão o que fazer para maximizar o pico de produção, a importância do manejo no período de transição, como fazer para manter a vaca produzindo o maior tempo possível e a importância do conforto para maximizar a produção de leite.
O curso também apresentará técnicas para avaliar corretamente o manejo alimentar e dicas valiosas para prevenir a ocorrência de distúrbios metabólicos que tanto prejuízo causam em sistemas intensivos de produção. O programa foi especialmente formulado para que técnicos e produtores possam tirar o máximo proveito do seu rebanho, maximizando a produtividade ao mesmo tempo em que preservam a saúde das vacas.
Este curso será instruído pelo D.Sc., engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP) e consultor técnico em sistemas de produção de leite e corte Alexandre M. Pedroso, e pela instrutora Marina de Arruda Camargo Danés, que é mestranda em Ciência Animal e Pastagens e engenheira agrônoma formada pela ESALQ-USP.
Conheça a programação e participe!
Para saber mais detalhes sobre este curso acesse a página Vacas de Alta Produção: estratégias de alimentação e manejo e inscreva-se agora mesmo!
Para sistemas de confinamento, animais que atingem médias acima dos 10.000 kg de leite por lactação são considerados de alta produção. Já em sistemas intensivos de produção a pasto, nos quais os animais recebem suplementação concentrada no verão e alimentação no cocho durante o inverno, vacas que produzem mais de 6.500 kg de leite na lactação encaixam-se nessa categoria. Em sistemas em que o único alimento é o pasto, vacas excelentes produzem acima dos 4.500 kg na lactação.
E o que essas vacas de níveis de produção tão diferentes têm em comum? Todas estão "trabalhando" no limite. Produzir 4.500 kg de leite comendo só pasto é uma tarefa tão difícil quanto produzir 10.000 kg comendo silagem de milho e concentrado de alta densidade energética, de forma que os cuidados que devemos dar a essas duas vacas são exatamente os mesmos.
Quando se mantém as vacas trabalhando no limite não há "espaço" para erros na fazenda, e o manejo precisa ser muito cuidadoso, pois esses animais têm exigências fisiologias bastante elevadas. Para atender a essas exigências é necessário dar às vacas alimentação especial, conforto e cuidar muito bem da sua saúde, a fim de evitar a ocorrência de distúrbios metabólicos e doenças, bem como problemas nos cascos e úbere, pois todos esses fatores interferem decisivamente no desempenho produtivo.
No curso Vacas de Alta Produção: estratégias de alimentação e manejo, que iniciará no dia 22 de janeiro, todos esses aspectos fundamentais do manejo desses animais serão discutidos a fim de que técnicos e produtores possam ter mais subsídios para trabalhar bem com essas verdadeiras usinas de leite.
Os alunos aprenderão a reconhecer as características mais importantes das vacas altamente produtivas e entenderão o que fazer para maximizar o pico de produção, a importância do manejo no período de transição, como fazer para manter a vaca produzindo o maior tempo possível e a importância do conforto para maximizar a produção de leite.
O curso também apresentará técnicas para avaliar corretamente o manejo alimentar e dicas valiosas para prevenir a ocorrência de distúrbios metabólicos que tanto prejuízo causam em sistemas intensivos de produção. O programa foi especialmente formulado para que técnicos e produtores possam tirar o máximo proveito do seu rebanho, maximizando a produtividade ao mesmo tempo em que preservam a saúde das vacas.
Este curso será instruído pelo D.Sc., engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP) e consultor técnico em sistemas de produção de leite e corte Alexandre M. Pedroso, e pela instrutora Marina de Arruda Camargo Danés, que é mestranda em Ciência Animal e Pastagens e engenheira agrônoma formada pela ESALQ-USP.
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