RS: seca causa perdas na lavoura e no leite
A ausência de chuva que atinge o Rio Grande do Sul levou 87 municípios a decretarem situação de emergência desde o começo do ano, segundo informações da Defesa Civil estadual. As regiões mais afetadas são o norte e o nordeste do Estado. De acordo com o órgão, as últimas cidades a decretarem emergência foram David Canabarro e Barracão, além de sete municípios que pediram a prorrogação do decreto nesta quarta-feira (15).
Para combater a seca que atinge a região, o governo do Estado anunciou a formação de uma força-tarefa para auxiliar as cidades mais afetadas, principalmente, as da zona rural. Segundo a Defesa Civil, há registro de perdas nas lavouras de verão e na produção de leite.
Segundo a Defesa Civil, estão sendo abertas e construídas cisternas, poços artesianos e micro-açudes para o consumo animal e irrigação de lavouras. Já para o consumo de água potável, municípios como Alpestre, Barra do Guarita, Pinheirinho do Vale, Vista Gaúcha e Tenente Portela recebem caminhões-pipas desde o começo do mês.
Em fevereiro, a governadora Yeda Crusius assinou decreto que isenta os municípios gaúchos em situação de emergência do pagamento de serviços como uso de máquinas e equipamentos, combustíveis, manutenção e deslocamento de máquinas.
O Estado de Santa Catarina também sofre com a estiagem que atinge a região. Segundo a Defesa Civil do Estado, 38 municípios estão com estado de emergência decretado. As regiões mais afetadas do Estado são a Oeste, Meio-Oeste, Norte e Planalto Serrano. Segundo o Epagri/Ciram, no mês de março, choveu menos da metade do esperado para a região Oeste do Estado - a mais afetada pela estiagem.
De acordo com o órgão, a estiagem afeta, inclusive, as principais atividades econômicas da região. "O prejuízo desta seca está na agropecuária, que envolve a suinocultura, avicultura e bovinocultura", afirma o major Márcio Luiz Alves, diretor da Defesa Civil de Santa Catarina.
As informações são da Folha Online, adaptadas e resumidas pela Equipe MilkPoint.
Para combater a seca que atinge a região, o governo do Estado anunciou a formação de uma força-tarefa para auxiliar as cidades mais afetadas, principalmente, as da zona rural. Segundo a Defesa Civil, há registro de perdas nas lavouras de verão e na produção de leite.
Segundo a Defesa Civil, estão sendo abertas e construídas cisternas, poços artesianos e micro-açudes para o consumo animal e irrigação de lavouras. Já para o consumo de água potável, municípios como Alpestre, Barra do Guarita, Pinheirinho do Vale, Vista Gaúcha e Tenente Portela recebem caminhões-pipas desde o começo do mês.
Em fevereiro, a governadora Yeda Crusius assinou decreto que isenta os municípios gaúchos em situação de emergência do pagamento de serviços como uso de máquinas e equipamentos, combustíveis, manutenção e deslocamento de máquinas.
O Estado de Santa Catarina também sofre com a estiagem que atinge a região. Segundo a Defesa Civil do Estado, 38 municípios estão com estado de emergência decretado. As regiões mais afetadas do Estado são a Oeste, Meio-Oeste, Norte e Planalto Serrano. Segundo o Epagri/Ciram, no mês de março, choveu menos da metade do esperado para a região Oeste do Estado - a mais afetada pela estiagem.
De acordo com o órgão, a estiagem afeta, inclusive, as principais atividades econômicas da região. "O prejuízo desta seca está na agropecuária, que envolve a suinocultura, avicultura e bovinocultura", afirma o major Márcio Luiz Alves, diretor da Defesa Civil de Santa Catarina.
As informações são da Folha Online, adaptadas e resumidas pela Equipe MilkPoint.

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