RS: preço do leite tem nova alta
O leite segue registrando crescimento no seu preço médio no Rio Grande do Sul, conforme apurou a pesquisa de preços realizada pela EMATER/RSASCAR, nas principais regiões de produção. O preço médio pago ao produtor, saltou da faixa dos R$ 0,62 para R$ 0,63, aumento de 1,62%. Os preços mínimo e máximo mantiveram-se inalterados respectivamente em R$ 0,50 e R$ 0,78 o litro. Contudo, considerando a elevação dos custos de produção, os valores recebidos ainda estão abaixo das expectativas de remuneração dos produtores.
As chuvas ocorridas estão contribuindo para melhorar o desenvolvimento das pastagens cultivadas na maioria das regiões de importância leiteira do Estado, inclusive revertendo parte do quadro desfavorável que está ocorrendo na metade Sul do Estado. Os volumes maiores registrados nas regiões de Ijuí e Santa Rosa estão causando uma certa dificuldade no manejo dos potreiros em decorrência do excesso de umidade no solo. Os produtores também estão aproveitando a maior umidade para realizar a adubação de cobertura das pastagens.
Diante desse novo quadro, está melhorando a oferta de forragem verde para o rebanho nas propriedades. Contudo, os produtores seguem utilizando as reservas alimentares armazenadas na forma de silagem, assim como a suplementação da alimentação das vacas com rações e concentrados.
As informações são da Agência Safras, adaptadas pela Equipe MilkPoint.
As chuvas ocorridas estão contribuindo para melhorar o desenvolvimento das pastagens cultivadas na maioria das regiões de importância leiteira do Estado, inclusive revertendo parte do quadro desfavorável que está ocorrendo na metade Sul do Estado. Os volumes maiores registrados nas regiões de Ijuí e Santa Rosa estão causando uma certa dificuldade no manejo dos potreiros em decorrência do excesso de umidade no solo. Os produtores também estão aproveitando a maior umidade para realizar a adubação de cobertura das pastagens.
Diante desse novo quadro, está melhorando a oferta de forragem verde para o rebanho nas propriedades. Contudo, os produtores seguem utilizando as reservas alimentares armazenadas na forma de silagem, assim como a suplementação da alimentação das vacas com rações e concentrados.
As informações são da Agência Safras, adaptadas pela Equipe MilkPoint.

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