GO: produção de leite será incentivada
As entidades de classe que representam os produtores de leite e indústrias goianas, bem como os governos estadual e federal, decidiram se unir para desenvolver uma política e ações para promover o crescimento da produção de leite no Estado.
O sinal vermelho foi acionado após ser concluído o diagnóstico da cadeia produtiva do leite em Goiás. O trabalho mostrou que mais da metade dos 60 mil produtores pensam em abandonar a atividade por causa da baixa rentabilidade, falta de crédito, inexistência de assistência técnica e carência de mão-de-obra especializada na área.
Para garantir a assistência técnica aos produtores, a diretoria da Faeg defende que a Emater, recém-criada pelo governo do Estado, volte a funcionar como uma empresa moderna, ágil, enxuta e blindada de ingerência política. Quer também que os municípios apliquem parte dos recursos do Imposto Territorial Rural (ITR) em assistência técnica aos produtores e na conservação das estradas vicinais. Outro pedido é no sentido que o FCO agilize a liberação de recursos para os pecuaristas.
Em Goiás, a exemplo do que ocorreu no Paraná, Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, será criado o Conselho Estadual do Leite (Conseleite-GO). Ele será formado por representantes de produtores e indústrias e dirigido pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás (UFG). O Conseleite-GO terá a tarefa de fazer previsão do mercado de leite e acompanhar a tendência dos preços.
O Sistema Faeg-Senar também lançou na semana passada e vai implantar, ainda este ano, os programas Campo Futuro, que visa levar cursos intensivos aos produtores, e o Campo Família, para orientar os pecuaristas sobre como aumentar a renda de sua atividade.
As informações são do jornal O Popular/GO, adaptadas e resumidas pela Equipe MilkPoint.
O sinal vermelho foi acionado após ser concluído o diagnóstico da cadeia produtiva do leite em Goiás. O trabalho mostrou que mais da metade dos 60 mil produtores pensam em abandonar a atividade por causa da baixa rentabilidade, falta de crédito, inexistência de assistência técnica e carência de mão-de-obra especializada na área.
Para garantir a assistência técnica aos produtores, a diretoria da Faeg defende que a Emater, recém-criada pelo governo do Estado, volte a funcionar como uma empresa moderna, ágil, enxuta e blindada de ingerência política. Quer também que os municípios apliquem parte dos recursos do Imposto Territorial Rural (ITR) em assistência técnica aos produtores e na conservação das estradas vicinais. Outro pedido é no sentido que o FCO agilize a liberação de recursos para os pecuaristas.
Em Goiás, a exemplo do que ocorreu no Paraná, Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, será criado o Conselho Estadual do Leite (Conseleite-GO). Ele será formado por representantes de produtores e indústrias e dirigido pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás (UFG). O Conseleite-GO terá a tarefa de fazer previsão do mercado de leite e acompanhar a tendência dos preços.
O Sistema Faeg-Senar também lançou na semana passada e vai implantar, ainda este ano, os programas Campo Futuro, que visa levar cursos intensivos aos produtores, e o Campo Família, para orientar os pecuaristas sobre como aumentar a renda de sua atividade.
As informações são do jornal O Popular/GO, adaptadas e resumidas pela Equipe MilkPoint.

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